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sábado, 24 de maio de 2014

Dos Santos #16


Ó Maria, Virgem poderosa, grande e ilustre defensora da Igreja, auxílio maravilhoso dos cristãos, terrível como exército ordenado em batalha, vós, que destruístes a heresia em todo o mundo, nas nossas angústias, nas nossas lutas, nas nossas aflições, defendei-nos do inimigo e, na hora da morte, acolhei a nossa alma no paraíso. Assim seja. (São João Bosco).¹
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¹ CASTRO, Maísa. Orações de Poder III. 56. ed. Campinas: Raboni, 1998. 
quinta-feira, 24 de maio de 2012

Auxilia, Ela tudo auxilia.


          Festa de Nossa Senhora Auxiliadora.
       Nessa longa estrada da vida nós sabemos que é difícil conseguir algo sozinho. Pra aprender ser gente, precisamos do auxílio dos pais. Pra aprender matemática, nós precisamos do auxílio de um professor, e pra aprender sobre a santidade? A quem recorremos? 
Você já leu aquela passagem da bíblia em que Jesus, pregado na cruz, olha pra sua mãe e João, e diz: “Mãe, eis aí o teu filho, Filho eis aí a Tua mãe”? Pois é, bem aí, Jesus nos deu sua Super Mãe, Maria, como nossa Auxiliadora. Quem auxilia, socorre, ajuda, ampara, protege. Alguém discorda que essa Super Mãe não faça isso? Faz, Ela faz! Ela tudo faz, como dizia São João Bosco. Inclusive foi ele quem deu um impulso para que essa devoção se difundisse.
Mas essa devoção vem de bem antes de São João Bosco, vem quando o imperador dos turcos queria dominar a Europa. Diante disso, o Papa Pio V, organizou uma frota para livrar os cristãos da escravidão muçulmana. Para tanto, invocou o auxílio da Virgem Maria para este combate. “A vitória aconteceu. Afastada a perseguição, o Santo Padre demonstrou sua gratidão à Virgem acrescentando nas ladainhas loretanas (de Nossa Senhora) a invocação: Auxiliadora dos Cristãos.” Porém, a festa de Nossa Senhora Auxiliadora só foi instituída pela Papa Pio VII, em 1816. Este Papa viu a intercessão da Virgem Maria de pertinho. Após ter excomungado Napoleão I, o Papa fora sequestrado. Mas ele não ligava, tinha muita fé em Nossa Senhora, era certa a vitória! Então prometera coroar solenemente a imagem de Nossa Senhora logo que fosse liberto. O Santo Padre ficou preso durante cinco anos. Cedendo à opinião pública, Napoleão libertou o Papa que rapidamente fora cumprir sua promessa. No dia 24 de maio de 1814, Pio entrou solenemente em Roma recuperando seu poder pastoral. “Para marcar seu agradecimento à Santa Mãe de Deus, o Papa Pio VII criou a festa de Nossa Senhora Auxiliadora, fixando-a no dia de sua entrada triunfal em Roma.”
Dom Bosco fora grande difusor dessa devoção, adotou essa invocação a Maria para a Congregação dos Salesianos porque viviam numa época de luta entre poder civil e eclesiástico. O amor à Maria era tão grande, que construiu uma basílica em honra a Maria Auxiliadora. Também fundou junto com Santa Maria Domingas Mazzarello, as Filhas de Maria Auxiliadora, a congregação das freiras salesianas.
Foi por Dom Bosco que a conheci. Não tinha amor a Maria, porque tinha medo de acabar deixando de amar Jesus, mas entendi que nunca chegaria a amá-La mais que Jesus. “Não temais amar demais a Maria Santíssima. Nunca chegareis a amá-la tanto quanto Jesus a ama” (São Maximiliano Kolbe) Mas Dom Bosco, me deu esse grande presente, de conhecer a Auxiliadora. Hoje peço Seu auxílio, porque sei que sou fraco, preciso de alguém que me ampare, e me leve a Jesus, e esse alguém é Ela. Já tive algumas experiências com a Sua intercessão, e uma delas foi numa confissão. Preparei-me para confessar, e pedia a Maria que o padre estivesse atendendo a confissão, quando cheguei próximo à igreja, o padre estava em pé na porta. E no fim, Ele me dizia sobre Maria, que eu rezasse a Ela para que me ajudasse a lutar contra meus pecados, então eu disse que minha devoção era à Maria Auxiliadora, e ele disse: “Ela o trouxe aqui”. Maria sempre esteve comigo, e quando estou no pecado, Ela permanece comigo, porque quando tenho vergonha de me aproximar de Deus, vou a Ela, que me leva carinhosamente até Seu Filho Jesus. É Ela quem nos ensina o caminho da santidade. 
Encerro com as palavras de São João Bosco: “Um sustentáculo para vós, uma arma poderosa contra as insídias do demônio tende, pois caros jovens, na devoção à Maria Santíssima”.
Que Nossa Senhora Auxiliadora, rogue por nós!
Fonte Histórica: Canção Nova Notícias
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Valores da Espiritualidade do Jovem Salesiano


• A vida, lugar onde se faz experiência de Deus. Dom Bosco era uma pessoa prática, gostava das coisas concretas. Isso se refletia também em sua maneira de se relacionar com Deus. Para ele, o lugar de se experimentar Deus é na vida do dia-a-dia. De Madre Mazzarello afirmava a sua amiga Petronilla: “Maria não só pensava continuamente em Deus, mas vivia a sua presença e, mais ainda, vivia amorosamente unida a Ele. Trabalhando em casa, andando pelas estradas, atendendo ativamente aos trabalhos dos vinhedos, o seu pensamento perdia-se em Deus”. Dizia Madre Mazzarello: “A verdade piedade consiste em cumprir todos os nossos deveres a tempo e lugar e só por amor de Deus”. Essa espiritualidade nos ajuda também a viver e enfrentar os momentos difíceis: a cruz é também caminho de ressurreição; não significa acomodação.
• A oração salesiana. A espiritualidade sustenta-se na oração. Dom Bosco rezava sempre: tudo o que vivia, tudo o que fazia pelos jovens, era expressão de seu intenso amor por Deus e pelos jovens; era a oração do cotidiano. Madre Mazzarello dizia: “Falem muito com o Senhor. Carregando cal ou costurando, trabalhando na vinha ou brincando no pátio, era importante estar na escuta do Senhor”. Quando falamos da oração do cotidiano, de perceber Deus na vida, não queremos diminuir a intensidade da oração. Ao contrário, os momentos explícitos são importantes e necessários, mas não podem ser somente esses.
    • Somos gente de festa. A festa, a alegria, são características típicas da espiritualidade salesiana. Não uma alegria vazia, mas que brota de quem está contente com a vida porque sabe que ela, por mais dificuldades que apresente, é um dom de Deus. Alegria que nasce como expressão espontânea daquele que se sente amado e é capaz de amar, reflexo de quem se sente constantemente querido por Deus.

• A vida como vocação. Ninguém foi criado por acaso. Deus nos quis e nos chamou pessoalmente à vida; nos criou para a vida. Somos chamados a ser co-criadores com o Senhor; chamados a ser geradores de vida; chamados a lutar contra tudo aquilo que representa ameaça à vida. Nos acontecimentos e sinais do dia-a-dia, nas urgências e necessidades que se nos apresentam, vamos percebendo as oportunidades concretas de resposta. O que não podemos é nos fechar em nós mesmos. Queremos dignidade e plenitude de vida não apenas para nós, mas para todos.
• Acolhida do outro. A acolhida não é uma questão de palavras. É um clima que se sente, um estado de espírito que é percebido além do que se diz. É capaz de acolher quem percebe o outro como valor. É capaz de acolher quem não é auto-suficiente. Só é capaz de acolher quem é capaz de amar. Dom Bosco expressava a acolhida no que ele chamava de “clima de família”, um ambiente marcado pela descontração, pela espontaneidade (o que não pode ser confundido com ausência de normas ou regras). Existe clima de família quando as pessoas sentem-se bem, sentem-se em casa.
• Comunhão eclesial. A comunhão com a Igreja em todos os níveis – mundial, diocesana, paroquial – é característica da espiritualidade salesiana.
• Amor a Maria. A vida nos mostra que somos repletos de incertezas, de dúvidas, de medos. Nessas horas, desejamos e buscamos a mão de alguém que nos ampare, conforte, dê segurança. Essa experiência ajudou a espiritualidade salesiana a redescobrir Maria e a relançar o grande amor a Maria que a Família Salesiana herdou de Dom Bosco e de Madre Mazzarello. Aprendemos a reconhecê-la como Auxiliadora: vivemos momentos de transformações e incertezas e Maria nos indica o caminho a percorrer e nos infunde esperança. Maria é Auxiliadora porque nos mostra o rosto de uma cristã realizada e comprometida. Maria é mulher fiel até à cruz, como pede Jesus a quem tem coragem de compartilhar sua causa.
• Cidadania evangélica. Deus está a nos esperar para um encontro com Ele nas situações concretas da vida dos jovens. Somos chamados a estar presentes significativamente na comunidade humana organizada, colaborando com a ação salvífica de Deus. Somos chamados a nos inserirmos em diferentes ambientes culturais, educativos, políticos: a participação nessas realidades é exigência da própria espiritualidade salesiana, que acredita que Deus se manifesta e salva a todos nós, servindo-se também de nossas ações e de nosso empenho.
Texto: Pe. Marcos Sérgio, SDB 
(marcossergio.bsp@salesianos.com.br)
terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Espiritualidade do Jovem Salesiano


Dom Bosco nasceu em 1815 na Itália. Desenvolveu sua obra na segunda metade do século 19. Criou colégios, paróquias, oratórios, escolas profissionais, com uma única preocupação: a educação e evangelização da juventude, sobretudo a mais pobre e abandonada. Inspirado e motivado por ele, nasceu um vasto movimento de pessoas e de ações com esse mesmo objetivo.
A motivação profunda de Dom Bosco era a convicção de que Deus quer o bem de todas as pessoas, quer a salvação de todos. Jesus Cristo é o Bom Pastor que cuida carinhosamente de cada uma de suas ovelhas, tendo especial carinho por aquelas mais fracas e em situação de risco.
No ano de 1837, em Mornese, nasceu Maria Mazzarello. Em comum com Dom Bosco, ela tinha a mesma paixão por Deus e pela juventude. Orientada por ele, fundou o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora.
O jeito com que eles enxergavam e procuraram realizar sua missão é o que chamamos de espiritualidade. Espiritualidade não é algo abstrato: é o modo de ser e de viver, baseado em determinadas convicções e valores fundamentais.
Na medida em que foram realizando seu trabalho, Dom Bosco e Madre Mazzarello desenvolveram um jeito característico de educar. Eles procuraram cuidar para que seu jeito estivesse presente em suas obras, mesmo quando eles próprios não estavam presentes. Reuniram as principais características de seu estilo de educar no chamado Sistema Preventivo. É nele que encontramos os traços característicos da espiritualidade juvenil salesiana.
Convicções da espiritualidade juvenil salesiana :
• Toda pessoa é criada para o bem. Essa convicção nasce da certeza de que todos somos filhos de Deus, criados à sua imagem e semelhança. Se existem em nosso meio pessoas sofrendo, marginalizadas, não é porque foram criadas assim. Dessa certeza nasce o desejo e a força de se empenhar para que todos tenham vida e a tenham em abundância. (cf. Jo 10,10)
• Deus está presente em nossa história e nos espera para um encontro com Ele. Em Jesus Cristo, Verbo Encarnado, Deus assumiu nossa condição, nossa história, se fez “gente como a gente”; é na história, no dia a dia, que devemos buscá-lo. A espiritualidade salesiana é espiritualidade do cotidiano. “Buscando a face de Deus em todas as coisas, em todas as pessoas, em todos os lugares, durante todo o tempo, e vendo a Sua mão em cada acontecimento - isso é contemplação no coração do mundo". (Madre Teresa)
• A vida é dom de Deus e tem valor insubstituível. Por ser dom de Deus, a vida adquire valor inestimável. Deve ser valorizada, cultivada, defendida em todas as formas.
• Estamos caminhando para o bem. Na ressurreição de Jesus, o mal foi vencido. Nosso destino é a realização em Deus. A espiritualidade salesiana é otimista, acredita na força do bem, acredita que o mundo todo está em evolução.
• A educação se dá na relação. Dom Bosco privilegiava o contato entre educador e educando. A educação não acontece senão pelo relacionamento entre as pessoas. “Educação é obra do coração.”
Continua....
(marcossergio.bsp@salesianos.com.br)
sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Como é ser salesiano... E como descobri minha vocação...


Descobrir a vocação e ser salesiano foi para mim um processo único...

Nasci bem próximo de uma obra salesiana, em Pindamonhangaba. E já desde os 6 anos (isso mesmo, seis anos !) frequentava o oratório festivo, que naquele tempo era diário, levado por meus irmãos maiores.
Assim a convivência com os padres, irmãos e seminaristas salesianos foi uma constante em minha infância e adolescência. Cresci “respirando” a devoção a N. Sra. Auxiliadora e a Dom Bosco. Chegava até a rezar a Ave Maria de forma errada, por descuido : “Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor e Dom Bosco... bendita sois vós...”
Cresci também fascinado pela presença e proximidade daqueles homens de Deus, que transpareciam a felicidade de estar conosco, jogar bola conosco, nos “dar catecismo”. O oratório era um privilégio das crianças, adolescentes e jovens dos bairros próximos. Tínhamos ali um espaço de lazer, amizade, religião e arte.
Tive um irmão que entrou para o seminário salesiano, em Lavrinhas, alguns anos antes de mim. Confesso que isso também, num primeiro momento, me influenciou.
Fiz alguns encontros vocacionais, entrei para o seminário no primeiro ano do Ensino Médio. Com o tempo fui discernindo, de fato, o que era ser religioso, o que era ser salesiano, o que era ser padre. Na verdade Cristo estava à frente e era nosso modelo, caminho, verdade e vida. Mas havia vários modos de seguir a Jesus. E ali, durante a caminhada, decidi que queria seguir a Cristo do jeitão de Dom Bosco. Viver a alegria e a simplicidade, com os jovens, pela educação.
Ser salesiano é isso. Querer ser um seguidor de Jesus, querer ser sinal do seu amor às pessoas, de modo especial às crianças e aos jovens. Ajudá-los a encontrarem um caminho de felicidade e realização pessoal, sendo bons cristãos e honestos cidadãos.
Peço sempre a Deus um coração grande como o de Dom Bosco.
Peço também que N. Sra. me auxilie e me mostre o caminho.
E peço a oração de todos os que estarão lendo esse texto, para que eu seja fiel ao caminho e a vocação-presente que Deus me deu. 
Abraço fraterno !
 @marcosergius (Pe. Marcos Sergio)
quinta-feira, 14 de julho de 2011

Os Salesianos no Brasil, 128 anos!


       
       Eles foram enviados pelo próprio Dom Bosco, com a missão de estar sempre entre os jovens, e há 128 anos, levam Deus, em suas escolas, obras de ação social, e em várias paróquias. São os filhos de São Francisco de Sales, ou mais conhecidos, como salesianos.
         No ano de 1883, em Niterói, no Rio de Janeiro, chegavam os primeiros salesianos. “Apesar desta ser a data oficial da chegada dos salesianos no Brasil, o primeiro contato foi em dezembro de 1875.”
         Nesta época já havia alguns salesianos na America Latina, como por exemplo, no Uruguai. O homem que se empenhou juntamente com Dom Bosco para trazer os salesianos ao Brasil foi o Dom Pedro Maria de Lacerda, que no dia 24 de novembro de 1882, enviou um relatório pra Turim, sobre o nosso país, dizendo:

“Brasil, o imenso Império do Brasil, é o campo glorioso de trabalho que a Divina Providência oferece agora aos filhos de São Francisco de Sales. É a hora de eles premiarem, com zelo apostólico, seis anos de ansiosa espera e repetidas promessas.”

noticia         Neste mesmo ano, “após avaliar alguns locais no Rio de Janeiro, Pe. Lasagna determina a fundação da primeira obra salesiana, o Colégio Salesiano Santa Rosa de Niterói, oficialmente aberto em 1883.”
         É certo que o Brasil é um lindo país, mas você acha que eles encontraram tudo certinho por aqui? “Nesta época o Brasil viva um período de industrialização, anticlericalismo, êxodo rural, escravidão e graves problemas de saúde que assolavam as pessoas.” “Logo eles se puseram a trabalhar” se dedicando à educação e evangelização dos jovens, e dos mais necessitados.
         Hoje os salesianos de dom Bosco estão presentes por todo o país, com sua alegria, e serviço ao próximo.
         Dom Bosco, Rogai por nós!

Referência Bibliográfica:
http://www.salesianos.br/
Salesianos no Brasil: Há 128 anos educando e evangelizando. Belo Horizonte: ISJB/SSCS, 13 jul. 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011

Dos Santos #4 ( DuuPlOooO )

               Quarta semana da temporada DS. Hoje com DS DuuPlOooO! hehe, só pra descontrair! Apresentando.: São Domingos Sávio!


           Vejamos quem foi este santo jovem! Descubra no texto, O DuuPlOooO... 
         Filho de Carlos Sávio e Brígida Agagliate, Domingos Sávio nasceu em Riva, vila de Castelnuovo de Asti, em 2 de abril de 1842. Amigo de Dom Bosco, do qual era seu diretor espiritual e mestre.
        Desde pequeno foi dotado “de uma índole doce e de um coração formado para a piedade, aprendeu com extraordinária facilidade as orações da manhã e da noite, que rezava já quando tinha apenas quatro anos de idade”. Certo dia, durante um almoço em sua casa oferecido a um visitante, não tendo este rezado antes de começar a comer, Domingos pegou seu prato e retirou-se a um canto. Seu pai perguntou-lhe depois por que fizera isso. Ele respondeu: “Não me atrevo a pôr-me à mesa com uma pessoa que começa a comer como o fazem os bichos”.
            Quando tinha cinco anos, ia à igreja com sua mãe; sua atitude devota chamava a atenção de todos. Se o templo estava ainda fechado, ajoelhava-se junto à porta, e aí ficava orando até que fosse aberto, não lhe importando se chovia ou nevava, se fazia calor ou frio.Nessa idade, aprendeu a ajudar a Missa, o que fazia com muita devoção, apesar da dificuldade que tinha para transportar o enorme missal.
          Chegado o tempo de aprender as primeiras letras, “como estava dotado de muito engenho, e era muito rápido no cumprimento de seus deveres, fez em breve tempo notáveis progressos nos estudos”.
          Evitava todos os meninos arruaceiros e só estabelecia amizade com os de boa conduta.
            Domingos confessava-se freqüentemente. Tão logo soube distinguir entre “o pão celestial e o terreno”, foi admitido à Primeira Comunhão, aos sete anos, quando na época a idade mínima para tal era 12 anos.
         Pode-se perceber a maturidade do menino nos propósitos que deixou registrados nesse dia:
          “Propósitos que eu, Domingos Sávio, me propus no ano de 1849, quando fiz a Primeira Comunhão, aos 7 anos de idade:
1o. Confessar-me-ei muito frequentemente e receberei a Sagrada Comunhão sempre que o confessor me permita;
2o. Quero santificar os dias de festa;
3o. Meus amigos serão Jesus e Maria;
Este último propósito, feito por um menino de tão tenra idade, mostra a que ponto haviam chegado sua precoce maturidade e sua virtude. Tornou-se ele seu programa de vida. Quantos meninos de 7 anos, hoje em dia, teriam semelhante propósito, sobretudo depois de terem sido massacrados por aulas da chamada “educação sexual”.
Seis meses após a entrada de Domingos Sávio no Oratório, Dom Bosco fez aos alunos uma preleção sobre o dever que todos têm de serem santos, e a facilidade que há nisso, caso se busque em todas as coisas a vontade de Deus com toda simplicidade. Isso inflamou beneficamente Domingos Sávio, que foi procurá-lo e disse: “Quero dizer-vos que sinto um desejo e uma necessidade de fazer-me santo. Nunca teria imaginado que alguém pode chegar a ser santo com tanta facilidade; mas agora que vi que alguém pode muito bem chegar a ser santo estando sempre alegre, quero absolutamente e tenho absoluta necessidade de ser santo”.
Procedendo como experimentado diretor espiritual, Dom Bosco relata: “A primeira coisa que lhe aconselhei, para chegar a ser santo, foi que trabalhasse em ganhar almas para Deus, pois não há coisa mais santa nesta vida do que cooperar com Deus na salvação das almas, pelas quais Jesus Cristo derramou até a última gota de seu preciosíssimo sangue”.
Domingos transformou esse conselho em programa de vida, tornou-se um batalhador. “Não deixava passar ocasião de dar bons conselhos e avisar a quem dissesse ou fizesse coisa contrária à santa lei de Deus”. Exclamava: “Quão feliz seria se pudesse ganhar para Deus todos os meus companheiros!”. 
Texto retirado deste site onde você pode Ler mais sobre São Domingos.
Conseguiu encontrar o DuuPlOooO? Se não! Clique Aqui! E que Deus nos conceda a graça de nos tornarmos mais santos, e de ver que a santidade não é tão difícil assim!
#TamoJunto irmãos! Grande abraço!
quarta-feira, 15 de junho de 2011

Dos Santos #2

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